Fonte: Jornal Zero Hora
Ação dos bandidos foi mais violenta, diz vice-prefeito sobre explosão em banco na Serra
Explosões e tiros interromperam o sono dos moradores da pacata Nova Roma do Sul, na serra gaúcha, pela segunda vez neste ano. Quatro homens explodiram, nesta madrugada, a única agência do Banco do Brasil no município de 3,4 mil habitantes. Na madrugada do dia 13 de fevereiro, a mesma agência foi alvo de bandidos.
O vice-prefeito da cidade, Douglas Favero Pasuch, 30 anos, mora próximo ao banco. Ao ser acordado, assistiu à movimentação pela janela apesar da forte neblina que atingia o centro do município no momento do crime.
— Eu ouvi muitos tiros e muitos gritos, frases curtas. A ação parecia mais violenta, casas de moradores foram alvejadas. Da última vez, eles usaram mais explosivos, mas só atiraram contra o carro da Brigada Militar — conta.
Segundo Pasuch, os policiais agiram rapidamente, o que evitou um prejuízo maior.
O banco recém estava finalizando as reformas no prédio, feitas após o assalto do início do ano e, por isso, estava sem alarme. Contava apenas com um guarda que fazia a segurança do local.
Nova Roma do Sul conta com um efetivo de oito policiais militares. De acordo com o vice-prefeito, o último homicídio foi registrado há mais de 30 anos e os assaltos praticamente inexistem.
O vice-prefeito da cidade, Douglas Favero Pasuch, 30 anos, mora próximo ao banco. Ao ser acordado, assistiu à movimentação pela janela apesar da forte neblina que atingia o centro do município no momento do crime.
— Eu ouvi muitos tiros e muitos gritos, frases curtas. A ação parecia mais violenta, casas de moradores foram alvejadas. Da última vez, eles usaram mais explosivos, mas só atiraram contra o carro da Brigada Militar — conta.
Segundo Pasuch, os policiais agiram rapidamente, o que evitou um prejuízo maior.
O banco recém estava finalizando as reformas no prédio, feitas após o assalto do início do ano e, por isso, estava sem alarme. Contava apenas com um guarda que fazia a segurança do local.
Nova Roma do Sul conta com um efetivo de oito policiais militares. De acordo com o vice-prefeito, o último homicídio foi registrado há mais de 30 anos e os assaltos praticamente inexistem.
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