terça-feira, 17 de novembro de 2009




Apagão comercial...só fica no escuro quem quer!


No decorrer da semana que passou, os brasileiros foram surpreendidos com um apagão que assolou a região sudeste, parcela da região sul, norte e nordeste, deixando milhões de pessoas na completa escuridão e afetando um total de 18 estados da federação.


A mórbida e sinistra escuridão, a falta de informações e a própria exposição às incertezas causadas pela insegurança, resultaram em centenas de acidentes, em inúmeros casos de desespero e num terror que assolou pobres e ricos da mesma maneira, sem distinções e com o mesmo vigor.


Até a noite da sexta-feira, o governo brasileiro, os órgãos que gerenciam a geração e o fornecimento de energia elétrica, e também o Operador Nacional do Sistema Elétrico divergiam nas desculpas, nas explicações e principalmente nos motivos que causaram o apagão. Apesar disso, muito se falou acerca do sistema integrado, em seus benefícios e também em suas desvantagens. Uma coisa é fato e é inegável: os clientes foram os principais atingidos, sofreram as conseqüências diretas e tampouco foram comunicados as causas e muito menos das atitudes que deverão ser tomadas para evitar novas situações semelhantes.


Bem, vejamos o que quer dizer apagão, segundo o iDicionário Aulete, que me acompanha eletronicamente por locais onde momentaneamente os apagões também acontecem:


“Apagão” é um substantivo masculino que tem a sua origem no espanhol 'apagón'. A palavra designa um colapso total ou parcial do fornecimento de energia elétrica a grandes áreas ou a toda uma cidade, estado, país etc..


>> Definição do “iDicionário Aulete”:
(a.pa.gão) Bras.
1. Colapso parcial ou total no fornecimento de energia elétrica a grandes áreas, esp. urbanas, ou a toda uma cidade, um estado, país etc.
2. P.ext. Colapso generalizado em um serviço ou atividade, em um sistema de fornecimento, distribuição ou controle, que se dá quando uma falha localizada acarreta outras falhas (apagão aéreo)
[Plural: -gões.]
[Fonte: Do espanhol apagón.]


Ora, ora, ora... com todo o respeito pelo impacto causado pelo apagão elétrico ocorrido na terça-feira, dia 10 de novembro, eu identifiquei situações que por fundamentação e por “corriqueirismo” onde também convivemos com os “apagões” quase que diariamente.

Os apagões nos acompanham, seja em nossas empresas de segurança, em nossas empresas de monitoramento, em nossas gestões e em nossas estruturas, e principalmente em nossos procedimentos, nas decisões de nossos gerentes, de nossos diretores, de nossos gestores e seja até mesmo em nossas decisões!

Infelizmente isso não acontece de forma voluntária, mas sim com o completo descontrole, e tal qual as tempestades, geralmente acompanhadas de raios e trovões.

Normalmente esses apagões acometem nossas equipes de forma sorrateira e sem avisos prévios. Primeiro minando nossas vendas e nossas negociações, fazendo com que nossa participação no mercado se resuma apenas ao atendimento das solicitações daqueles que absolutamente querem comprar de nossa empresa.

Com a diminuição do consumo, começam a ocorrer os apagões operacionais, os apagões de prospecção, os apagões do marketing da empresa. Logo em seguida os vendedores começam a sentir o apagão em seus salários e em suas comissões. E, quando menos se espera, os gerentes comerciais passam a ver o apagão do brilho de seus vendedores e consultores, da mesma forma que as metas começas a sumir no meio do processo. A situação fica grave, e se alguém não tomar uma atitude, não apresentar uma “luz”, rapidamente o blecaute se apodera da estrutura e da força de vendas.

Por outro lado, as alternativas sempre estão ao alcance dos gerentes e dos gestores. Basta que eles consigam enxergar através dos “apagões mentais” que freiam e interrompem as reaproximações com os mercados e com os resultados positivos. Trata-se de uma reinvenção de posturas, de procedimentos e de atitudes.

Essas reinvenções devem envolver as equipes comerciais, administrativas e operacionais, mostrando o quanto a engrenagem da empresa precisa trabalhar em sincronia e ajustada às velocidades exigidas pelas necessidades do momento e da condição em que a empresa se encontra.

Para rompermos com a inércia dos apagões comerciais, precisamos reinventar planos, rever posturas, procedimentos, processos, atitudes e ajustar a proposta de valor da empresa para a percepção dos clientes. É necessário treinar permanentemente as nossas equipes comerciais, afiando seus conhecimentos, suas técnicas e aguçando seus instintos pelo sucesso. Precisamos instaurar procedimentos e promover a recuperação da nossa posição de mercado.

Quanto mais tempo esperarmos para retomarmos o controle, mais o “apagão” se espalhará e mais trabalhoso será a recuperação e o realinhamento frente ao mercado. Dessa forma, não podemos deixar que a escuridão se apodere de nossas equipes, de nossas empresas e muito menos de nossos clientes e prospects. Só depende de nós!

A decisão de clarear os apagões é prioritariamente nossa. Assim como nos cabe sabermos se queremos fazer isso de forma profissional ou se usaremos velas e pequenas lanternas! Atitudes profissionais geram resultados profissionais. Atitudes paliativas não satisfazem! Qual você prefere? Qual a sua próxima atitude?

Seja qual for sua decisão, que ela seja uma decisão de segurança!

Por minha vez, estou à disposição para iluminarmos juntos suas equipes e acabarmos com os apagões. Contate-me agora mesmo! E mão na espada!

Xô apagões!

Um forte abraço!

Emir Pinho
Consultor Técnico Comercial em Segurança Privada
Palestras, Treinamentos e Consultoria
Mobile Personal: (51) 9967-3306 / 8179-7392
Leia o Blog do Emir em http://emirpinho.blogspot.com
Se a Luta é boa, Mão na espada!

Nenhum comentário: