terça-feira, 24 de março de 2009

Sequestros Relampagos em Brasília

Seg.Urbana - Sequestros Relampagos em Brasília.


23/03/09

Distrito Federal: aumentam os sequestros

A população de Brasília anda assustada com os casos de sequestro relâmpago. Na madrugada desta sexta-feira (20/3), mais uma ocorrência do crime foi registrada. Um casal foi abordado na comercial da 210 Sul pouco antes das 2h. As vítimas foram forçadas a entrar no veículo - um Renault/Mégane prata e a rodar pela cidade por cerca de 50 minutos. O casal foi obrigado a fazer compras no valor de R$ 1.800. Este é o 10º caso registrado somente neste mês de março e
o 12º em um período de 30 dias.

As vítimas foram libertadas num matagal da BR-251, sentido Unaí. Os bandidos seguiram para São Sebastião com os produtos comprados e pertences do casal. Em seguida, a polícia foi acionada e localizou Gildeir Soares Brandão, 23 anos, e Thiago Silva Salgado, 22, além de um adolescente de 14 anos - acusados pelo sequestro. Com eles, os policias encontraram um revólver calibre 38, os pertences das vítimas, 300 g de maconha e 26 latas de merla.

Confira dicas do Disque Denúncia para evitar um sequestro relâmpago: 


- Evite atrair a atenção usando jóias, cartões de crédito,  talões de cheques, relógios, etc.
- Utilize somente  locais de estacionamento permitido e de grande movimento de pessoas, variando dia a dia o local;
- Varie  as  rotas  e  os  horários regulares e quebre rotinas;
- Nos semáforos, reforce  sua  atenção,  observando  o  movimento nas proximidades, através dos espelhos retrovisores;
- Evite encostar  no carro  da frente, quando parado em semáforos procurw  não  permitir  que o   lado  esquerdo  do  veículo fique vulnerável a  abordagens;
- Na  falta  de  passageiro,  a   porta   do  lado  direito  e  traseiras (quando existirem) devem  permanecer  trancadas  e  com os vidros fechados.
- Ao  chegar  em  casa  (a pé ou motorizado) procure observar a presença de suspeitos  nas  proximidades. Se  eles existirem, não se aproxime,  procure  o  telefone  mais  próximo  e acione  a  polícia;
- Evite andar por ruas ou praças mal iluminadas;
- Procure estar sempre acompanhado;
- Evite expor em público cartões bancários e de crédito;
- Fique atento a tudo que acontece ao seu redor;
- Quando  sair do banco  ou do caixa eletrônico, verifique sempre se você não está sendo seguido;
- Evite sair com todos cartões bancários e de créditos;
- Não  exponha  grande  quantidade  de  dinheiro  em público. Ao sair de casa, prepare previamente o dinheiro para as pequenas despesas;
- Procure utilizar caixas eletrônicos em locais movimentados, tais como: postos de gasolina, shopping, farmácias e supermercados.



Fonte: Correio Braziliense


 

Nota do Emir: Hoje em dia, nossa segurança (e também a de nossos parceiros pagantes e de nossos prospects) têm sido ameaçada constantemente pelas ações criminosas que colocam em risco nossas vidas, assim como nossos patrimônios.

Muitos poderão dizer que se trata de uma questão de abandono por parte do Estado, enquanto gestor público das políticas de segurança e da proteção do cidadão. E em parte isso não deixa de ser verdade. Ocorre que o problema é muito mais amplo que isso. Trata-se de uma questão que envolve políticas públicas, mas também atitudes individuais do cidadão. Não podemos cair no discursinho vazio e afirmar que nenhuma responsabilidade nos compete. Temos que tomar atitudes, temos sim que planejar nossas formas de prevenção e colocá-las em prática. Repassar nossa parcela de responsabilidade para os outros se torna uma saída muito fácil, simplista e completamente equivocada.

E essas mudanças que passam pela educação e pelo estilo comportamental estão cada vez mais presentes na utilização das empresas de segurança privada, sejam elas de segurança humana e/ou eletrônica, que não têm poupado esforços e investimentos para alcançar elevados padrões de tecnologia e de satisfação junto aos seus clientes protegidos.

Somente com tecnologia, atitude e muito bom senso é que conseguiremos superar as ameaças diárias. Façamos a nossa parte.

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